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Análise da virada
Língua: Portuguêspt

Privacidade

Para ler o estudo e baixar o PDF e os dados, você não precisa dar nenhum dado. Esta página diz o que acontece com o que você decidir enviar: para que serve, quem vê, por quanto tempo fica guardado e como pedir que seja apagado.

Hoje estão abertas a caixa de mensagem ao autor e as perguntas escritas do “Pergunte aos dados”. Os comentários e o aviso de novas edições ainda não: esta página já diz como vai ser quando abrirem. Se algo mudar, ela muda antes, com a data no fim.

Quem responde pelos dados

O autor do estudo, Murilo Neves de Martins, que o fez de forma independente, sem vínculo com partido, candidato ou campanha. Na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei 13.709/2018), ele é o controlador: decide para que os dados servem e responde por eles.

Ao ler a página

A página não usa cookies, nem de propaganda nem de rastreamento, e não tem botões de redes sociais que contem quem passou por ela. As fontes de letra vêm do próprio endereço do estudo.

Ela guarda no seu navegador algumas escolhas, para lembrar delas na próxima visita: o modo claro ou escuro e as figuras e os recortes que você deixou abertos. Isso fica só no seu aparelho e não é enviado a ninguém; apagar os dados do site no navegador apaga as escolhas.

O estudo fica no Cloudflare, que, como todo serviço de hospedagem, recebe o endereço de internet (IP) de quem acessa, para entregar a página e protegê-la de ataques. A contagem de visitas (Cloudflare Web Analytics) não usa cookies e não identifica quem lê: mostra só totais, como as visitas por dia, o país e o tipo de aparelho.

O que você pode enviar, e para quê

Mensagem ao autor, pela caixa “Escrever ao autor”, no rodapé

O que vai: a mensagem e, se você quiser, o nome e o e-mail. Para quê: o autor ler e, se houver e-mail, responder. A mensagem passa por um serviço de formulário (Web3Forms), que a entrega no e-mail do autor sem mostrar o endereço dele; ela não aceita anexos. Quem escreve direto para o e-mail do autor, que está no PDF do estudo, tem a mensagem tratada do mesmo jeito. Por quanto tempo: até 12 meses depois da última troca de mensagens; depois, é apagada.

Comentários, no fim do estudo

O que vai: o comentário, o nome ou apelido que você escolher, que aparece junto dele, e, se você quiser, um e-mail, só para ser avisado de respostas; o e-mail nunca aparece na página. Para quê: publicar o comentário e moderar a conversa. Cada comentário é avaliado por um serviço de inteligência artificial, que olha o tom e o comportamento, nunca a opinião política; os que ficam em análise são lidos pelo autor antes de aparecer. Se você escrever um e-mail ou um telefone no texto, esse trecho não aparece para os outros. O endereço de internet fica guardado só embaralhado, para limitar o número de comentários por pessoa. Por quanto tempo: enquanto o estudo estiver no ar, ou até você pedir para apagar.

Aviso de novas edições, ao lado do PDF

O que vai: o seu e-mail e a data do pedido. Para quê: mandar um e-mail quando sair uma nova edição do estudo, com o PDF e o que mudou; só isso, sem propaganda e sem outro tipo de mensagem. Todo e-mail tem um link para deixar de receber, que tira o endereço da lista. Por quanto tempo: até você deixar de receber, ou até o estudo deixar de ter novas edições.

Pergunta escrita, no “Pergunte aos dados”, em Explorar

O que vai: o texto da pergunta. Para quê: um serviço de inteligência artificial lê a pergunta só para escolher qual das perguntas prontas da página foi feita e com que lugar; a resposta sai da contagem do TSE, na própria página. A pergunta vai primeiro para o Workers AI, do Cloudflare, e, quando a cota grátis do dia acaba, para o Claude, da Anthropic, até um teto de gasto por dia. O estudo não guarda o texto da pergunta: guarda só quantas perguntas foram feitas por dia e, até o fim do dia, um código embaralhado feito do endereço de internet, para limitar o número de perguntas por pessoa. Não escreva dados pessoais na pergunta.

Nos três primeiros casos, uma proteção invisível contra robôs confere, sem pedir nada, se quem envia é uma pessoa; nas perguntas escritas, o limite por pessoa faz esse papel. E a base de tudo isso é o seu consentimento (LGPD, artigo 7º, inciso I): você envia porque quer e pode desistir quando quiser.

O que não é feito

Os dados não são vendidos, não são repassados a ninguém e não são usados para propaganda, pesquisa eleitoral ou campanha, de nenhum lado. Não são cruzados com outras bases nem usados para traçar o perfil de quem lê.

Quem mais toca nos dados, a serviço do estudo

Só os serviços que fazem o estudo funcionar, cada um na sua parte: o Cloudflare (hospedagem, banco de dados, proteção contra robôs e a leitura das perguntas escritas), o serviço de formulário da caixa de mensagem (Web3Forms), o serviço que envia os e-mails de novas edições, a Anthropic (a leitura das perguntas escritas, depois da cota grátis do Cloudflare) e o de inteligência artificial que ajuda a moderar os comentários. Alguns deles guardam os dados fora do Brasil.

Seus direitos e como pedir

Você pode pedir, quando quiser, para saber se há dados seus, para ver, corrigir ou apagar o que houver e para retirar o consentimento (LGPD, artigo 18). Para pedir, escreva ao autor pela caixa “Escrever ao autor”, no rodapé do estudo, ou pelo LinkedIn. O pedido é atendido em até 15 dias. Para deixar de receber o aviso de novas edições, basta o link que vem em todo e-mail. Você também pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Atualizada em 27 de outubro de 2026.

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